4 de setembro de 2018
A importância da arquitetura no dia a dia das pessoas

Olhe ao seu redor. Tudo o que você vê é arquitetura! Tudo foi projetado por alguém! A arquitetura é a organização dos espaços e está presente diariamente na vida de cada um de nós, mesmo que você — e muita gente — não se dê conta disso.

Cada cenário do nosso cotidiano tem um “dedinho” da arquitetura, desde o nosso nascimento até o momento atual de nossas vidas. Dos hospitais às escolas, das casas aos prédios, praças e grandes monumentos — todas essas construções estão conectadas por um profissional: o arquiteto!

A influência da arquitetura, porém, não é passiva. Lembra o que falamos sobre tratar-se da organização dos espaços? Pois bem, a arquitetura não é a simples construção de um prédio — pelo menos, não deveria ser assim. Já abordamos aqui no blog a gentileza urbana e apresentamos o conceito da “boa arquitetura”. Acreditamos que a arquitetura deve considerar o seu entorno e respeitar os espaços onde pretende criar.

A importância da arquitetura está na forma positiva como as construções podem impactar no cotidiano das pessoas. Pense na sua cidade! Você acha que a arquitetura impacta de forma positiva ou negativa? Você acredita que os espaços foram pensados considerando as pessoas que os usariam?

Cada vez mais se fala em cidades mais organizadas, em espaços otimizados para toda a vida que neles habita. Se quando você ouve “cidade planejada” só pensa na construção de Brasília, precisa se atualizar! Muito antes da cidade ser erguida no governo de Juscelino Kubitschek, pelo engenheiro Israel Pinheiro e o arquiteto Oscar Niemeyer, no ano de 1961, o modelo já era aplicado no país. A primeira cidade planejada brasileira foi Salvador, lá em 1549. Seguida por projetos de cidades como Teresina, Aracaju, Belo Horizonte e Goiânia.

O planejamento urbano não é, claro, uma exclusividade brasileira. Grandes cidades mundiais possuem ótimos índices de qualidade de vida justamente por terem sido bem planejadas. Entre a lista estão Amsterdam, Copenhague, Zurique, Chandigarh e Seoul.

O bom arquiteto é aquele que entende que o meio urbano é um organismo vivo. Dessa forma, o planejamento urbano — ou a falta dele — tem o poder de afetar de inúmeras formas, boas ou ruins, a vida das pessoas. A mobilidade urbana, por exemplo, é um aspecto-chave em planejamento urbano, estando intrinsecamente conectada à forma como uma cidade é percebida. Uma cidade onde se passa  horas preso em congestionamentos, onde o transporte público não funciona direito e as ruas e avenidas deixam a desejar em conservação perderá pontos quando se tocar na questão da qualidade de vida.

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Saindo do macro para o “micro”, da cidade para os imóveis, e retomando a boa arquitetura lá do começo do texto, cabe falar sobre você. Sim, você! O usuário final, aquele para quem toda essa arquitetura é construída. A arquitetura deve considerar as suas vontades e a forma como você vai ocupar e viver esse espaço. Assim, o seu conforto e bem-estar deve ser uma das principais preocupações de quem pensa um projeto.

O papel da arquitetura é, no fim das contas, o de otimizar as experiências. O arquiteto deve assumir o compromisso de entregar projetos de qualidade que agreguem à vida daqueles impactados. Seu objetivo deve ser transformar a cidade e deixar a vida dos moradores um pouquinho melhor do que a encontrou, uma construção de cada vez.

Cidades melhor organizadas = Pessoas mais felizes

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